terça-feira, 8 de dezembro de 2009

As pessoas são como nossas conquistas ao longo da vida, e somente são duradouras se demorarmos a conquistar, a conhecer, a sentir, a saber. São duradouras quando a gente conquista, mais nunca por inteiro e sim quando a gente conquista um pouco mais a cada dia.
Conquista boa é a conquista diária, dessas que só de acordar a cada dia já é muito!
Segue na PAZ!


Nanda C.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Beijo-ti


Pra mim o que envolve é a intencidade do beijo
O gosto do beijo, o primeiro gesto imediato após o beijo
O olho no olho, a profundidade do silêncio
O abrir de dois sorrisos ingenuos a se espelhar e novamente se tocar.
Quando é que vai rolar ?!

F. Cardoso

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Cabis(bass)

A sensação é de quando as mãos sem querer deixam algo único escapar, tem coisas que a gente sempre sabe antes mesmo que elas aconteçam.
Dessa vez eu não sei dizer como foi, mais sei que foi com o tempo.
Por quanto tempo ?
Eu não sei.



Nanda.C

domingo, 4 de outubro de 2009

A gente nunca sabe o que é certo até esperimentar.
Ninguém sabe que caminho seguir até que escolha um.
Não dá pra saber no que vai dar se não tentar.
Olhar a vida pela janela com água na boca e nó na garganta não dá!
Quanto tempo se demora pra saber o que se quer?
Pra não perder o que se tem,
Pra não deixar de ter o que se quer?!

Arrisca com fé.

Fernanda Cardoso

domingo, 27 de setembro de 2009

Eu andei um tempo perdida,mais já voltei ao meu lugar.
O sinal se abriu, e eu não estou na contra-mão, agora não.
As pessoas seguem passando como fotos em velhos albuns de retratos, algumas até permanecem e a gente consegue ver suas evoluções, suas mudanças como se tratasse de nós mesmos. Outras simplesmente se vão até sem querer, as vezes em vão, mais lá se vão e lá estarão na sua velha foto já amarelada.
As traças são inimigas de nossas mudanças.
É doce a saudade de olhar para traz e perceber o quanto caminhamos, quantas noites viramos, tantos lugares estivemos, tantas pessoas conhecemos e desconhecemos.
Nada é por acaso. Nem eu, nem você.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

???

Seria muito fácil se daqui a gente conseguisse enchergar nossas atitudes, observar nossas consequências.
A gente se privaria de muitas coisas, como se já não bastasse as que nos privamos por apenas pensar estarmos certos, e as vezes até estarmos.
A gente arriscaria menos hoje, se arrependeria menos amanhã, porém deixariamos de viver nossas dúvidas.
São nossas dúvidas que fazem nossas emoções.
'Será que cola?' 'Ele vem?' '...e se eu' '...quem sabe ele..' 'pode ser que' ...
Que graça teria se o mundo fosse das exatas ? Onde ficariam nossas artes ?

Alguém decide por mim pra que eu faço vestibular?!

Fernanda Cardoso

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A gente vive é do agora, no prazo de agora. Então eu fui.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Molhado

Hoje São Pedro foi se distrair no intuito de nos atrapalhar e trocou o velho regador pelo maior jato d'água!
Aqui na cidade todos correm, ninguém quer se molhar.
A cidade ficou vazia, todos foram se esconder, brincar de pique-esconde com São Pedro até ele cançar. Pintos molhados pela calçada e guardas chuva pra todo lado.
Em dias de chuva a casa sempre fica calma e lá fora sempre o maior choramê, daqui eu posso ver.
Ruas molhadas, pessoas molhadas, e a barra das calças pesadas.


FerrCardoso

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Andei revirando velhas gavetas, velhos armários, velhas histórias.
A gente procura o que quer até achar.
Nessas reviravoltas da vida sempre sobram vestígios inapagáveis que se acumulam em gavetas e armários por tempos até que a gente decida dar um outro rumo a algumas delas, afinal tem que haver novos espaços para outras novas acumulações diárias. É reciproco.
Quado a vida vira um caos e cai no mamãe e papai, a gente tem que saber virar o jogo.
Organizar as gavetas, enfileirar os livros novamente e preencher os espaços vazios.
Eu sempre me atrevi a não esperar nada da vida e me surpreendo sempre com o pouco do pouco que se acumula a cada momento se fazendo muito de tudo.
A surpresa é sempre o melhor da festa com direito a confetes coloridos e assobios.
Essas coisas acontecem de acontecer, apenas.
O barco da gente sempre pega qualquer direção se a gente não souber guia-lo.
Rema, rema, remador ...
Avante marujo!

E no radinho da tripulação se houve ao fundo Los Hermanos dizer 'abre essa janela, primavera quer entrar' .

Fernanda Cardoso

sábado, 15 de agosto de 2009

A Maioria

As vezes a gente se depara com situações em que a maioria tem a razão. Mais será que tem mesmo? Essa é a maior pergunta que não se sabe responder se a maioria diz que não e você diz que sim. Mais de fato, a maioria tem sempre razão, talvez por serem vários pensamentos e contradições expostas ao mesmo relatório e você acaba por aceitar que a maioria tem razão, embora, não largue a idéia de que não tenham.
Seguir seus próprios objetivos, metas e ideais mesmo que sendo oposto ao que a maioria diz pode ser de fato um grande censo de estratégia e inteligência. Quando se é contrariado sempre se acaba dando o melhor de si e tendo assim uma grande ousadia em virar o jogo e ouvir da maioria que você era bom, que você estava certo de si. Que honra!
Mais ceder a maioria mesmo que não seja por fraqueza ou por falta de apoio na inteligência, muda-se as lógicas, raízes e pensamentos fazendo com que a maioria faça das razões dela as suas.

Estar só contra a multidão não é tarefa fácil.

Fernanda Cardoso

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Sentido Senhor!

Vou começar dizendo que a gente só sabe da gente, e que o resto é mesmo conversa.
Sendo assim eu posso dizer que estou em pleno carnaval, é verão dentro de mim.
Eu to feito um vulcão se esparramando, derretendo, transbordando e tá todo mundo percebendo.
Eu to pulando feito bola de ping pong e quase explodindo como bexiga. Só espero mesmo que essa bexiga não seje de ar porque eu quero mesmo é me molhar. Entrei na dança, vou dançar!
Eu gosto é de sentir com todo o fervor, por isso sou mais sol do que lua. Eu gosto é da quentura.
Não há nada melhor que sentir. A gente sente, sente o gosto, sente o cheiro. Sentidos são a direção de tudo. Não existe nada sem sentido, pode procurar! Joga no google!


Fernanda Cardoso

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

A gente

A gente olha, sonda, gama.
A gente faz da vida um verdadeiro lã. Esquenta, enrola, desenrola, estica até onde dá.
A gente gosta, chora, ama, desama, ama denovo e diz que dessa vez vai durar!
A gente amortece nas quedas, porém não aumenta o juízo
A gente toma caminhos, junta estradas, aproxima calçadas, quebra a cara.
A gente tece o amor
A gente estica pra ver como vai ficar
A gente nunca sabe até onde vai chegar quando ele insiste em voltar.

Fernanda Cardoso

domingo, 2 de agosto de 2009

Jogar na loteria é fácil, dificil é acertar
Piscar é rápido, perder também
Dificil é não piscar de olhos abertos, dificil é não te ter e querer
Deixar tudo assim é fácil, dificil é querer deixar
Logo eu que não sou de corda bamba
Quem diria assim ficar.

Fernanda Cardoso

sexta-feira, 24 de julho de 2009


Pode ser que nada mude e que eu me engane, mais uma vez.
Daqui de dentro eu sinto coisas, eu vejo coisas, cores e formas. É daqui de dentro que vem essa vontade de voar. Essa constância de estar a todo momento ligada ao mundo lá fora, e ao mesmo tempo ligada ao mundo aqui de dentro.
Observar é uma dadiva. Melhor ainda quando se pode viver. Senão, não a graça.
Pegar a estrada e sentir a distância ficando para traz cada vez que fica mais perto de chegar. Sensação melhor não há.

Fernanda Cardoso

terça-feira, 21 de julho de 2009

É Carnaval


A única época do ano em que se encontra, reencontra e desencontra pessoas em que no restante do ano não as verá até o próximo Carnaval enfim chegar.
É também a época do ano onde as pessoas não se preocupam com nada, querem ser feliz no agora e isso basta. Deveriam ser felizes assim a todo tempo, mais é Carnaval dá um desconto.
É no Carnaval, em que a gente cai na folia sem ter hora pra acordar.
Dormir e só acordar na hora que o próximo bloco passar. É a junção de pessoas desconhecidas com conhecidas que no final todo mundo vira amigo. É no Carnaval que as pessoas ficam mais acessíveis, levianas, bêbadas, extrovertidas, desinibidas. Até os inimigos ficam mais suportáveis.
No Carnaval tudo e todos se libertam, e a folia dura por 4 dias assim. Exeto na Bahia onde tudo é sempre mais antecipado e prolongado.
A gente começa o ano com o pé direito no entusiasmo dele continuar assim. Mais não é fácil e as vezes a coisa desanda. É no dia seguinte do fim da folia que o gay se arrepende, a menina já é mulher, a sapatão pegou todas e a ressaca não da trégua. É ai que o país do Carnaval volta a sua prorrogação de monotonia.
Se no Carnaval tudo era festa, depois dele quem vê até pensa.


Fernanda Cardoso




quinta-feira, 16 de julho de 2009

É o coração quem sorri primeiro
o rosto molda o que o coração diz
um sorriso besta de ponta a ponta
acompanhado de covinhas...

Fernanda Cardoso

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Muda essa cara
Não se faz de difícil
Deixa de charme
Abre a janela, olha lá fora
O sol quer brincar, veio aqui te chamar
Deixa a tristeza de lado
Deixa a alegria chegar
Abre aquele seu sorriso
Me faz suspirar...

Fernanda Cardoso

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Ah é mesmo?!

Sou normal e muito sem sal
Não sei fazer café, e ás vezes derramo o nescau. Assisto tv e acompanho novela pra caso o bonitão termine com a feia eu tenha uma esperança na vida pessoal.
Não escrevo cartas aos amigos e quase nunca telefono. A internet me mantém em contato por um preço bem mais acessível e com um conforto que só.
Quase nunca saio de casa sem motivos
E acredito que velhos amigos sempre aparecem na fila do banco, o que me polpa de caminhar até sua casa.
Saudade não existe, isso é enredo de velhos sambas e também é coisa de cinema americano.
Odeio chocolate e acredito fielmente que eles veem acompanhados de grandes espinhas
Nunca assisto Jô, começa tarde e eu tenho pacto com a minha cama as 7 da noite. E as dez da manhã ainda é noite.
Não sei falar bom dia, não acredito em sol mais bonito que ontem. É o mesmo sol. Também não creio em Deus.
Sou contra a legalização da maconha, contra o aborto e sei que somente o dinheiro é capaz de trazer felicidade.
Não gosto de Roberto Carlos e nem tão pouco de bandas nacionais
Nunca me arrependi de nada, e também nunca errei
Sou eu quem sempre arruma a casa e sei ouvir piadas sem sorri
Eu não preciso de um mundo melhor, eu não quero ter filhos
Só como coisas saudáveis
Não acredito no coração já vi casos em que ele para sem ao menos avisar com antecedência, tremendo sacana.
Odeio surpresas
Não gosto de gargalhadas.
Vou parar por aqui, casei de fingir
Quanto ao amor, eu não sei mentir...
Fernanda Cardoso

terça-feira, 23 de junho de 2009

Século XXI, tecnologias avançadas e as pessoas cada vez mais práticas. E é essa totalidade em massa de pessoas práticas que vêm á preocupar.
A praticidade tem tornado as pessoas cada vez mais alienadas e sozinhas.
O computador que além de ser o amigo mais próximo do homem desenvolvido do séc. XXI e ao mesmo tempo fazer uma ligação mais rápida com outros amigos e 'amigos' que estão sempre navegando, é um dos maiores aliados para tamanha solidão. Sem deixar de lembrar do celular, que no começo do ano bateu recorde de produto mais vendido no país.
Todo mundo quer praticidade, quer receber mensagens, quer se sentir querido sem precisar de ninguém ao seu lado.
Sair pra almoçar, um final de semana no parque, sair pra caminhar. Parece tão lindo mais na prática as pessoas preferem ver isso em filmes e imaginar ao invés de se permitir tais sensações. Mandar um sms, telefonar ou digitar no msn é muito mais rápido, poupa-se tempo e a outra pessoa provavelmente irá gostar.
Os cinemas aos domingos estão cada vez mais sem público e os parques desertos e a internet cada vez mais cheia de pessoas alugadas, ligadas, conectadas, solitárias, alienadas ou seja lá o que for.
Essa tão clamada tecnologia está sendo muito mal manuseada.
Praticidade não deveria ser usada pra distanciar, e sim pra evoluir, comunicar e então aproximar.


Fernanda Cardoso

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Pavê

Pavê eu gosto muito
O pior é que pavê não satisfaz
É muito querer sem nada poder
Pavê essa sua formosura eu vou além e nem volto a traz
O pior é que pavê não satisfaz
Pavê de longe a todo minuto é um absurdo
Pior é ter que aceitar que tudo que é belo é pavê puro
O que há de mais belo pra uns, outros só podem vê
O pior é que pavê não satisfaz.


Fernanda Cardoso

domingo, 21 de junho de 2009

Hoje é um dia misto, nem muito sol, nem muito frio.E foi hoje em que ele sem saber partiu. Deus não avisa e nem a gente espera. Há quem diga que morrer é apenas um recomeço, vá saber. Recomeço quando já se viveu tudo, quando seu corpo já não aceita todos os seu comandos realmente é aceitável. Mais quando se é jovem? Realmente é difícil entender. Que Deus quis assim, que a hora chegou, que Deus chamou. Definitivamente não conforta o coração de ninguém! O tempo não vai apagar e a saudade jamais deixará esquecer. Com o tempo a gente se acostuma. Se acostuma a sentir saudade de pequenos momentos, de pequenos gestos que não se repetirão. Não adianta esperar, tentar se enganar. Mais a vida é assim, tudo que é bom tem seu fim. Os amigos vão chorar e a família só o tempo quem dirá. Era jovem demais! Todos sempre vão dizer.

'A porta da vida está aberta o tempo todo, mais somente a da morte se fecha e as chaves se perdem pra nunca mais se achar.'

Fernanda Cardoso

terça-feira, 9 de junho de 2009

ooi, oiii, ooi! ...


Foi em meio a essas ondas sonoras que eu avistei tais Cinderelas ali presentes. Meio como quem não quer nada, afastadas, curiosas e cheias de graça elas observavam nossa chegada.E eu, que não sou boba nem nada fui lá me atrever a uma prosa que de começo foi cheia de sinais, gestos e dois olharem tímidos vibrantes.Em alguns minutos, ja estavam elas a me contar onde moravam, quem era seus pais e do que mais gostavam de brincar, tudo isso sempre com uma calma e a guaguejar. Me atrevi mais, e lá fui com elas saber qual era daquela brincadeira. O que me deixou tão intertida.Quem me visse naquele momento talvez não me reconheceria. Na beira de uma mina, elas me diziam que ali era o lugar onde pegavam 'guarú' (pequenos peixinhos) com uma peneirinha.Pobres guarús, pensei.Como quem dança Cancan na França com total zelo de não errar um paço, lá estavam elas.A cada peneirada uns cinco guarús presos. A maior dificuldade era segurar eles com aquelas mãozinhas tão pequeninas e escorregadias. Nesse momento parecia que a Orquestra Sinfónica Brasileira começava, e que mais uma vez o Maestro Roberto Minczuk brilhava. E eu ali, cada vez mais curiosa, atenta e mais ainda encantada. Mas pobres guarús. Felicidade de uns pro incomodo de outros.Com mais tempo elas me disseram que em alguns dias de chuva logo quando o sol aparece, caem do céu 'bitúis' (um tipo de mosquito ou sei lá). Notei as distrações de fim de tarde sempre terminadas em 'ú'. Vá entender!Modestia parte não conseguiria esquecer que nesse momento me veio á cabeça em dizer o que por aqui eu diria com total facilidade tomá no cú! sério mesmo?!Porém me calei e devo ter dito somente um há, é mesmo?! Eu não seria tão cruel ao ponto de borrar total inocência com todas as babozeiras que se aprende na cidade.Enfim, elas enchiam uma garrafinha desses tais guarús e logo os jogavam novamente no córrego e a brincadeira começa outra vez.Elas me diziam que se pudessem levavam eles pra casa dentro da garrafinha e cuidariam deles até eles crescerem, mais seus pais não deixavam. Quanta inocência! E aqui escapam os guarús de uma morte subita.
Se eu pudesse colocava elas nas costas e trazia comigo, pra alegrar ainda mais meus dias. Embora NADA seje impossivel, porém certas coisas só podem ficar na vontade não é mesmo?!


Fernanda Cardoso

-Foto: Em Ipiabas - Município de Barra do Piraí
-Ver mais: www.fotolog.com/nandapequeninah

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Liga, vê se tem alguém em casa
Casa livre, eles chegam
Liga o som baixinho, finge fazer um cafézinho
Café queimado, back enrolado
Onda na cabeça, alegria pra quem tem
Assuntos dos mais raros, os risos que não calam
Acendem um cigarro, olham pro relógio
Tá na hora de sair, já já tem gente ai.



Fernanda Cardoso
Fui aprender como desaprender o que havia aprendido, o que muito havia querido que era ter você.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Hoje ninguém se viu, ninguém se envolveu, ninguém se apaixonou, ninguém sentiu saudade do tom de voz e nem telefonou.
Hoje ninguém se aproximou.
Hoje ninguém quis estar bem perto, ninguém quis afeto, ninguém suspirou.
Hoje só quiseram ficar distantes como antes de se conhecer.
Hoje só quiseram saber de si mesmo, só olharam pro próprio nariz.
Hoje o coração não quis ser feliz.

Fernanda Cardoso

sábado, 16 de maio de 2009

terça-feira, 14 de abril de 2009

O que você sabe?


O que sabemos das pessoas são por conta de seus atos ou de suas palavras, é dificil formar conclusões, mais elas estão ai e as usamos a todo momento. A verdade é que as verdades que se escuta nem sempre são verdades verdadeiras, e que nunca se sabe realmente quando se trata da verdadeira verdade até que o tempo as prove. E assim se torna muito dificil se dizer como são as pessoas.

Tudo depende do estado de espírito de cada um, e de como cada um encara o mundo. Quem vai determinar as verdades somos nós, muitas vezes até verdades desverdadeiras, porém ao ouvido de muitos serão apenas verdades e nada além disso.

Mais só o tempo é capaz de dizer, quem é quem, quais são suas verdades e quais foram suas mentiras.

Fernanda Cardoso

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009


Talvez eu não saiba para onde quero ir ou nem tenha a certeza de onde quero chegar.
Talvez eu vá e assim nem chegue. Posso parar na metade do caminho, posso jogar tudo pro ar! Posso me arrepender, posso me agradecer.
Mas na verdade a vida não é um conto de fadas só por que nos acostumamos a ler que no final viveram felizes para sempre.
O sempre não tem tempo determinado, o sempre pode acabar amanhã, o sempre pode durar alguns anos...
Mas o sempre é rodiado de altos e baixos, e é você quem vai determinar se é para sempre ou se é por algum tempo.
Não se leva tempo para ser feliz, ser feliz depende exclusivamente de cada um.
E ser feliz para sempre pode se tornar muito monótono, então tirando todos os talvez e continuando, tudo o que até aqui se determinou sem depender se vai ser para sempre ou não, você acaba chegando onde queria ou até chegando onde não tinha certeza mais onde você acabou chegando ja te satisfaz e você termina por se agradecer por ter pensado alto embora esse alto não tenha subido pela cabeça e que o agora, o onde você está já é meio caminho andado, e você segue feliz. Não feliz para sempre, mais sempre que possível.
Fernanda Cardoso

domingo, 25 de janeiro de 2009

Sol

As borboletas que antes possuíam meu estômago em sua presença, hoje estão de férias por tempo indeterminado e deixaram um espaço vazio.
O coração que palpitava acelerado, sempre com preça, satisfeito e feliz em sua presença, desbotou e sozinho ficou.
Os dois gémeos olhos que se deixavam hipnotizar por sua beleza, sua delicadeza, seu jeito de chegar, de cativar até mesmo quando se calava, hoje não enxergam nada além do que conseguiram guardar.
Os lábios que a sede você sabia saciar, secaram.
Grande sol de todos os dias, porque fostes assim levando com você toda a beleza das borboletas, a cor vibrante do coração, a visão de gémeos, e como se fosse pouco você não voltou para saciar e umidecer a sede dos lábios.
Sol, esse seu brilho de todos os dias se esvaiu? Por onde andas?
Hoje por aqui tudo é frio, tudo é estrelas.
Estrelas que somente brilhariam se como você tivessem todo esse poder de fascinar, de alegrar, de estar perto,de gostar de raiar.Se como você soubessem conquistar borboletas, palpitar coração, hipnotizar gémeos, saciar lábios.
Quando esse inverno/inferno passar, no mesmo lugar eu quero te encontrar e tornar a me sentir mulher.

Fernanda Cardoso









quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Esperar? E pra quê?!


Porque as pessoas sempre esperão de mais das outras?
Porque achamos que as pessoas podem realmente satisfazer todas as nossas expectativas?
Poxa! É tão dificil perceber que quando se espera de mais não se vê o que há de bom acontecer? Ta certo, eu não penso assim a todo momento, e é claro que já existiram situações em que eu deveria ter pensado assim, porém não pensei.
Enfim, esse negócio de esperar de mais dos outros vai de cada um. E é dificil achar alguém que nunca tenha depositado grandes expectativas em alguém e esse alguém não soube satisfazer a essas expectativas da forma que se foi esperado. Assim como também não conseguimos satisfazer a todas as expectativas de alguém.
Seria tudo mais fácil se não esperássemos, se não planejássemos, se não imaginássemos, se não quizessemos tanto! Deixar tudo acontecer, fluir naturalmente...Mais a gente força. Realmente confesso que em algumas situações temos mesmo é que dar aquele empurrãozinho no destino, que é pra não dependermos tanto do tempo, e nos chamarmos até quem sabe de 'gênios' por tal efeito satisfatório.
O ideal seria se soubessemos realizar da mesma forma que sabemos esperar de mais. É isso mesmo, realizar mais do que sabemos esperar!
Realizar, tornar real, existente,pôr em prática, as expectativas alheias. Talvez quem sabe aprendendo a satisfazer expectativas alheias(o que é dificil por quê nunca se sabe realmente o que se passa na cabeça na cabeça das pessoas) conseguimos esperar menos e até nos surpreender.
Porque ao invés de esperarmos demais dos outros, não depositamos mais confiança em nós mesmos?! Seria ser gênio de mais á simples seres humanos movidos e motiavdos pela emoção.
Enfim, só queria dizer que quando se espera de mais de alguém, perde-se odom de ver esse alguém te surpreender.
Fernanda Cardoso