Eu andei um tempo perdida,mais já voltei ao meu lugar.
O sinal se abriu, e eu não estou na contra-mão, agora não.
As pessoas seguem passando como fotos em velhos albuns de retratos, algumas até permanecem e a gente consegue ver suas evoluções, suas mudanças como se tratasse de nós mesmos. Outras simplesmente se vão até sem querer, as vezes em vão, mais lá se vão e lá estarão na sua velha foto já amarelada.
As traças são inimigas de nossas mudanças.
É doce a saudade de olhar para traz e perceber o quanto caminhamos, quantas noites viramos, tantos lugares estivemos, tantas pessoas conhecemos e desconhecemos.
Nada é por acaso. Nem eu, nem você.
domingo, 27 de setembro de 2009
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