domingo, 27 de setembro de 2009

Eu andei um tempo perdida,mais já voltei ao meu lugar.
O sinal se abriu, e eu não estou na contra-mão, agora não.
As pessoas seguem passando como fotos em velhos albuns de retratos, algumas até permanecem e a gente consegue ver suas evoluções, suas mudanças como se tratasse de nós mesmos. Outras simplesmente se vão até sem querer, as vezes em vão, mais lá se vão e lá estarão na sua velha foto já amarelada.
As traças são inimigas de nossas mudanças.
É doce a saudade de olhar para traz e perceber o quanto caminhamos, quantas noites viramos, tantos lugares estivemos, tantas pessoas conhecemos e desconhecemos.
Nada é por acaso. Nem eu, nem você.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

???

Seria muito fácil se daqui a gente conseguisse enchergar nossas atitudes, observar nossas consequências.
A gente se privaria de muitas coisas, como se já não bastasse as que nos privamos por apenas pensar estarmos certos, e as vezes até estarmos.
A gente arriscaria menos hoje, se arrependeria menos amanhã, porém deixariamos de viver nossas dúvidas.
São nossas dúvidas que fazem nossas emoções.
'Será que cola?' 'Ele vem?' '...e se eu' '...quem sabe ele..' 'pode ser que' ...
Que graça teria se o mundo fosse das exatas ? Onde ficariam nossas artes ?

Alguém decide por mim pra que eu faço vestibular?!

Fernanda Cardoso

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A gente vive é do agora, no prazo de agora. Então eu fui.